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Como vai, López, uma crônica de Julio Cortázar
E os gestos de amor, esse doce museu, essa galeria de figuras de fumaça. Console-se a sua vaidade: a mão de Antônio procurou o que sua mão procura, e nem aquela nem a sua procuravam nada que já não tivesse sido encontrado desde a eternidade. Mas as coisas invisíveis precisam encarnar-se, as idéias caem no chão como pombas mortas.
JULIO CORTÁZAR
1 de nov. de 2025


LO PERDIDO
Dónde estará mi vida, la que pudo Haber sido y no fue, la venturosa
O la de triste horror,
Jorge Luis Borges
21 de set. de 2025
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