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O barulho dos mosqueteiros: a Curitiba de 1982 e a Boca Maldita de 2026
Da fanfarra escolar e do papel picado de 1982 ao mar de telas de celular na Boca Maldita em 2026: um ensaio visual e a crônica de Vitório Sorotiuk sobre quatro décadas de história e memória em Curitiba
Vitorio Sorotiuk
há 17 horas


A chuva, o clarinete e o acordeom
A dura jornada dos carroceiros entre Palmeira e Prudentópolis, a luta contra os atoleiros e a surpreendente acolhida em um casamento ucraniano. Leia o capítulo "A chuva, o clarinete e o acordeom", do livro Carroções, de Arnoldo Monteiro Bach.

ARNOLDO MONTEIRO BACH
há 2 dias


Odisséia, Odisseus
O espetáculo em IMAX de Christopher Nolan, a reação ácida da tradutora Emily Wilson e a lição de Borges: por que a plateia contemporânea não suportaria o verdadeiro Odisseu de Homero.

Hatsuo Fukuda
há 3 dias


O meu lugar? Que bom não sabê-lo
Em nova e intimista crônica, Caio Brandão reflete sobre música, livros, política e o alívio de não pertencer a lugar fixo algum. Leia no Dialéticos.

CAIO BRANDÃO
há 4 dias


Máquinas que escrevem
Do Livro de Daniel ao ChatGPT: um ensaio sobre máquinas que escrevem, literatura combinatória, autômatos e o fascínio humano pela escrita sem mãos.

LUIS CARLOS EIRAS
há 5 dias


Antes do inverno chileno
Um encontro misterioso em uma noite na Bahia, o rastro de um perfume cítrico e a partida para o sul. Leia o conto "Antes do inverno chileno", de Tito Guimarães Filho.

TITO GUIMARÃES FILHO
há 6 dias


No BAR ANGA com Simone de Beauvoir
Em noite memorável no BAR ANGA, Marinho Bastos e a Italiana dividem a mesa com Simone de Beauvoir para um brinde sobre liberdade, amor e surpresas de boteco.

MARIO LUIZ BASTOS
há 7 dias


NÃO FAÇA BARULHO, PORQUE OS PARLAMENTARES REPOUSAM
Contratos milionários, agiotagem de luxo e mãos que continuam limpas. Descubra por que ninguém deve fazer barulho enquanto a Câmara repousa nesta crônica de Caio Brandão.

CAIO BRANDÃO
9 de set.


A Pátria que não está nos discursos
A Pátria que não está nos discursos Por Hatsuo Fukuda Publicada originalmente em 7 de setembro de 2025, resgatamos esta crônica pensando que talvez ainda tenha algo a dizer. Decida você, caro leitor. Amanhece o dia, cinzento, nublado e frio em Curitiba. A cidade sendo o que é: úmida, fria, as nuvens ameaçando chuva. Na padaria, bem cedo, vejo alguns soldados do Exército uniformizados, tomando um café. Lembro então que é dia 7 de setembro, Dia da Independência. Feriado naciona

Hatsuo Fukuda
7 de set.


Recordar & Refletir: As Memórias e a Contenção Filosófica de Inês Lacerda Araújo
Um olhar crítico e memorialístico sobre 'Recordar & Refletir', novo livro de Inês Lacerda Araújo. A infância na Lapa, a Curitiba de 1968 e a contenção filosófica.

INÊS LACERDA ARAUJO
6 de set.
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