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CRÔNICAS DE MANAUS III: ENTRE POETAS, MANGUEIRAS E CAMÕES
“Valeu a pena esperar. O ex-presidente teve a rara delicadeza de não sujar o meu diploma.” Bessa Freire encerra a trilogia com os bastidores e polêmicas do Prêmio Camões.

JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE
26 de ago.


CRÔNICAS DE MANAUS II: Fados, tabernas e um professor que declamava Camões
Entre tabernas de imigrantes portugueses, pastéis de nata e o som do fado no Bairro de Aparecida, o professor Farias de Carvalho transformava as aulas de literatura no Colégio Estadual do Amazonas em verdadeiros espetáculos teatrais. Um inesquecível choque pedagógico sobre Camões.

JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE
19 de ago.


Luiz Bacellar: Crônicas de Manaus(I)
Nos anos 1950, no bairro dos Tocos (hoje Aparecida), em Manaus, o poeta Luiz Bacellar sentava-se na calçada para ler Os Lusíadas debaixo de uma frondosa mangueira. Entre futebol e mangas maduras, explicava aos moleques que o "forte capitão" citado por Camões não era o time do Vasco, mas o próprio navegador.

JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE
11 de ago.
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