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A Boca Maldita de Julio Covello: a democracia dá os primeiros passos
Entre 1983 e 1989, a Boca Maldita foi palanque, plateia e termómetro da redemocratização. O ensaio reúne o olhar sem filtros de Julio Covello sobre a ágora curitibana.

JULIO COVELLO
há 3 dias


A caneta do Pelé
Em outubro de 1958, o menino Ewaldo Schleder Filho levou a sua preciosa Parker 51 para conseguir o autógrafo do jovem Pelé no Alto da Glória — e a caneta desapareceu na multidão. Três anos depois, uma surpresa inesquecível no aeroporto.

DANTE MENDONÇA
16 de out.


A Velha e a Nova Gazeta do Povo (3/3): Guilherme Cunha Pereira Queima as Caravelas
O adeus definitivo às rotativas e a aposta na trincheira conservadora nacional sob a consultoria de Carlos Alberto di Franco. No encerramento da trilogia, o balanço entre o coronel elegante que espelhava a província e o missionário que desafiou a tradição para reinventar a Gazeta do Povo.

Hatsuo Fukuda
10 de out.


A Velha e a Nova Gazeta do Povo (2/3): Guilherme Cunha Pereira e a onda no mar
Entre as canções de Lulu Santos na cantina das Arcadas e o rigor solitário de Caminho: a formação de Guilherme Cunha Pereira e o início da sua revolução na Gazeta do Povo. A arte de vanguarda no Caderno G e a coragem que expôs os porões do poder paranaense.

Hatsuo Fukuda
3 de out.


A PROVA DOS NOVE
"Vocês dizem que quem manda no país são os militares. Pois eu fui picador de lenha e engraxava as botas do Tenente Candal da Fonseca quando piazote lá no Rio Grande do Sul.» Uma crónica sobre memórias carcerárias, solidariedade e ironia no Presídio do Ahú.
VITORIO SOROTIUK
30 de set.


No BAR ANGA com Machado de Assis
Machado de Assis visita o Bar Anga para beber vinho de Santa Felicidade com Marinho Bastos, falar de ausência, literatura e o enigma de Capitu. Leia a crônica.

MARIO LUIZ BASTOS
28 de set.


A Velha e a Nova Gazeta do Povo (1/3): Francisco Cunha Pereira Filho e o Império
De jornal quebrado na Praça Carlos Gomes ao maior conglomerado de comunicação do Paraná. Como Francisco Cunha Pereira Filho construiu um império editorial paternalista, senhorial e em permanente simbiose com o poder paranaense. Parte 1 da trilogia.

Hatsuo Fukuda
26 de set.


No BAR ANGA com Karl Marx
"“A porta do BAR ANGA se abriu e o tempo congelou. Era ele: Karl Marx, em carne, osso e barba densa. A banda atacou os primeiros acordes de A Internacional.” Leia a nova crônica de Marinho Bastos no dialeticos.com.

MARIO LUIZ BASTOS
21 de set.


Darcy Ribeiro desceu do céu na Argentina
Darcy Ribeiro desce do céu para rever a América Latina através dos títeres de Euclides de Souza, do histórico Teatro de Bonecos Dadá. Uma crônica de Bessa Freire que entrelaça o riso do exílio, afeto e memória cultural.

JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE
19 de set.


No BAR ANGA com Simone de Beauvoir
Em noite memorável no BAR ANGA, Marinho Bastos e a Italiana dividem a mesa com Simone de Beauvoir para um brinde sobre liberdade, amor e surpresas de boteco.

MARIO LUIZ BASTOS
10 de set.
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