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A Boca Maldita de Julio Covello: a democracia dá os primeiros passos

há 8 horas
1 min de leitura
Grupo de pessoas em preto e branco lendo jornais afixados em mural público no calçadão da Rua XV de Novembro, Boca Maldita em Curitiba, foto por Julio Covello.

A Boca Maldita de Julio Covello: a democracia dá os primeiros passos


Antes das redes e do imediatismo digital, o pulso do país passava pelo corpo a corpo das ruas. Entre 1983 e 1989, a Boca Maldita e a Rua XV de Novembro foram palanque, plateia e termômetro da redemocratização. O ensaio a seguir não é sobre o poder, mas sobre o olhar: o preto e branco sem filtros de Julio Covello registrando a ágora curitibana.


Grupo de pessoas em preto e branco lendo jornais afixados em mural público no calçadão da Rua XV de Novembro, Boca Maldita em Curitiba, foto por Julio Covello.

   

Boca Maldita, a ágora curitibana: a leitura matinal dos murais de jornais na Rua XV.


   

Fotografia em preto e branco de Jânio Quadros de terno e óculos escuros na Livraria Ghignone em 1983, ao lado de mulher sorrindo e policial militar ao fundo, foto por Julio Covello.

   

Jânio Quadros, o teatro da política na Livraria Ghignone (1983).

   

   

Close expressivo em preto e branco do rosto de Luiz Inácio Lula da Silva com olhar atento durante ato político em 1989, foto por Julio Covello

Tancredo Neves e o fôlego da transição democrática (novembro de 1984).

   

Close expressivo em preto e branco do rosto de Luiz Inácio Lula da Silva com olhar atento durante ato político em 1989, foto por Julio Covello

   

Lula, a concentração tensa no comício da Rua XV (1989).

   

   

Leonel Brizola sorridente com lenço no pescoço e número 12 cercado por apoiadores na Boca Maldita em Curitiba em 1989, foto por Julio Covello

Leonel Brizola nos braços da militância na Boca Maldita (1989).

   

   

Fernando Collor de Mello cercado e abraçado por multidão durante comício de campanha em Curitiba em 1989, foto por Julio Covello

Fernando Collor, o frenesi do corpo a corpo em Curitiba (1989).

   


Retrato em preto e branco do fotógrafo Julio Covello em Havana, Cuba.

Julio Covello, curitibano, repórter fotográfico e filho e pai de fotógrafos. Reúne uma extensa trajetória com registros em diversas partes do mundo e atuação no fotojornalismo, assessoria política e marketing corporativo. (Foto: Julio Covello, auto-retrato em Havana, Cuba.)


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