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A LAPA POR RAFAEL GRECA: HISTÓRIA, ECOLOGIA E CURA
O site Dialéticos traz a público um registro literário e histórico raro de 1997: o prefácio de Rafael Greca de Macedo para o livro "Lapinha: a Natureza da Lapa". Uma obra que une a ancestralidade cultural lapeana, a memória do tropeirismo e a tradição da medicina naturista.

RAFAEL GRECA DE MACEDO
23 de jun.


PRIMO APA REUNE A TURMA DO GYMNASIO PARANAENSE
De onde veio a expressão 'Mateus, primeiro os teus'? O Primo Apa e sua turma do Gymnásio Paranaense abrem o arquivo secreto da política local e revelam as origens do 'El Libro de la Rachadita'.

Hatsuo Fukuda
22 de jun.


MARISE MANOEL DIZ NÃO
Marise Manoel mergulha na geografia do não em seu novo poema "Não Rotundo". Uma obra forte, densa e urgente apresentada por Hatsuo Fukuda. "Estou chocado. Convido-o a chorar comigo e Marise, e se emocionar com as insistências do não." Leia agora no Blog Dialéticos.

MARISE MANOEL
19 de jun.


PRIMO APA DESEMPREGADO
Já enviei o currículo para Putin e Zelensky, que até agora não responderam, talvez porque ocupados em praticar sexo animal um com o outro. Esse é um detalhe que esqueci de colocar no currículo: não sou deputado mas sou bem animalesco.

APARECIDO HERMENEGILDO BUENO GAGO BICUDO
14 de jun.


NEWS FROM BANANALAND
O filme Bananaland encontra-se no Hulu e ESPN. Dizem que é divertidíssimo. Casas entre bananeiras Mulheres entre laranjeiras, Pomar amor cantar Um homem vai devagar Um cachorro vai devagar. Um burro vai devagar. Devagar... as janelas olham. Eta vida besta, meu Deus. Hatsuo Fukuda A misteriosa Bananaland, conhecida em todo o mundo como a maior produtora de bananas do mundo – the best banana in the world – que durante anos se afastou do convívio civilizado, está de volta. Nos

Hatsuo Fukuda
10 de jun.


GETÚLIO VARGAS, CHEFE DA REVOLUÇÃO DE 30, CHEGA A CURITIBA.
Getúlio Vargas: "No Paraná não há partidos, há grupos que se digladiam". GETÚLIO VARGAS, CHEFE DA REVOLUÇÃO DE 30, CHEGA A CURITIBA. Getúlio Vargas, a caminho do Rio de Janeiro, onde amarraria seus cavalos no obelisco, chefe da revolução vitoriosa, faz uma breve parada em Curitiba. E descobre que aqui não há partidos, há grupos que se digladiam. a elite política, perdida em sua mesquinharia, era incapaz de se autogerir. Para resolver o problema, dois anos depois mandou vir
LIRA NETO
8 de jun.


MARIA BETHÂNIA ENCONTRA CLARICE LISPECTOR. A FAÍSCA INCENDIOU A PRADARIA.
Clarice Lispector, a maior escritora brasileira de todos os tempos, retratada por Giorgio de Chirico. MARIA BETHÂNIA ENCONTRA CLARICE LISPECTOR. A FAÍSCA INCENDIOU A PRADARIA. Hatsuo Fukuda Clarice Lispector, a maior escritora brasileira de todos os tempos – não há paralelo na literatura brasileira – só comparável a James Joyce, Kafka e Virgínia Wolf -, foi assistir o espetáculo musical Rosa dos Ventos, de Maria Bethânia. Bethânia, já uma estrela da música popular, mas ainda

CLARICE LISPECTOR
7 de jun.


Purismo em idioma!
A maioria dos barbarismos no Brasil origina-se de más traduções e de imitações do inglês e do francês. A docilidade do brasileiro à intrusão lingüística é produto da miséria vocabular da maioria dos brasileiros e de sua incultura em português; do menosprezo do brasileiro comum para com suas cultura e idioma; do despreparo de tradutores, jornalistas e universitários.

Arthur Virmond de Lacerda Neto
1 de jun.


Lapsos, Retalhos e a Régua do Tempo
Marci resolveu se suicidar em minha casa. Prima de minha mãe, mulher além do seu tempo, estava perdida e sofrida. Trancou-se no banheiro com formicida, querendo morrer. Paulo, meu pai, chegou para o almoço e pediu a Marci que esperasse ele almoçar e sair para ela consumar o suicídio. Marci desistiu e cortou relações.

CAIO BRANDÃO
24 de mai.


CANDIDO DE FIGUEIREDO É CONTRA OS ESTRANGEIRISMOS. ELE PERDEU O BONDE DA GLOBALIZAÇÃO
Grandes impérios sempre se alimentaram do tráfico com outros povos, e a troca de bens materiais traz consigo a troca linguística. Os povos dominados necessariamente sofrerão a maior influência, podendo inclusive perder sua identidade linguística, mas a troca se dá em mão dupla. A língua portuguesa, recheada de expressões de origem árabe, africana e de nativos americanos, é um exemplo desta via dupla de influências.

Hatsuo Fukuda
17 de mai.
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