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“O analfabeto político”, o poema brasileiro do Brecht
Descubra a verdadeira origem de “O Analfabeto Político”, famoso poema falsamente atribuído a Bertolt Brecht que nasceu nas páginas do jornal O Pasquim em 1987.

LUIS CARLOS EIRAS
2 de out.


O LEÃO, A RAPOSA E A URNA
Somos ferozes com o pequeno poder que conseguimos enxergar e dóceis diante daquele que realmente determina a nossa vida. Um ensaio afiado de Caio Brandão sobre a psicologia do voto, os feudos familiares e o amargo despertar da democracia nas urnas.

CAIO BRANDÃO
1 de out.


A PROVA DOS NOVE
"Vocês dizem que quem manda no país são os militares. Pois eu fui picador de lenha e engraxava as botas do Tenente Candal da Fonseca quando piazote lá no Rio Grande do Sul.» Uma crónica sobre memórias carcerárias, solidariedade e ironia no Presídio do Ahú.
VITORIO SOROTIUK
30 de set.


A Velha e a Nova Gazeta do Povo (1/3): Francisco Cunha Pereira Filho e o Império
De jornal quebrado na Praça Carlos Gomes ao maior conglomerado de comunicação do Paraná. Como Francisco Cunha Pereira Filho construiu um império editorial paternalista, senhorial e em permanente simbiose com o poder paranaense. Parte 1 da trilogia.

Hatsuo Fukuda
26 de set.


FANTASIADO DE BUNDA EM FESTA DE TARADOS
De um dancing modesto em Ipatinga ao cerco implacável de candidatos numa festa junina no sítio do governador, Caio Brandão recorda causos impagáveis sobre a voracidade humana e a arte de escapar do assédio político com fina ironia.

CAIO BRANDÃO
24 de set.


Darcy Ribeiro desceu do céu na Argentina
Darcy Ribeiro desce do céu para rever a América Latina através dos títeres de Euclides de Souza, do histórico Teatro de Bonecos Dadá. Uma crônica de Bessa Freire que entrelaça o riso do exílio, afeto e memória cultural.

JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE
19 de set.


Darcy Ribeiro: A Última Aula
"Por que o Brasil não deu certo?" Em relato íntimo e caudaloso, Tito Guimarães Filho rememora a passagem vulcânica de Darcy Ribeiro pela política e a última aula do educador que sonhou reinventar o país.

TITO GUIMARÃES FILHO
18 de set.


O barulho dos mosqueteiros: a Curitiba de 1982 e a Boca Maldita de 2026
Da fanfarra escolar e do papel picado de 1982 ao mar de telas de celular na Boca Maldita em 2026: um ensaio visual e a crônica de Vitório Sorotiuk sobre quatro décadas de história e memória em Curitiba
Vitorio Sorotiuk
16 de set.


NÃO FAÇA BARULHO, PORQUE OS PARLAMENTARES REPOUSAM
Contratos milionários, agiotagem de luxo e mãos que continuam limpas. Descubra por que ninguém deve fazer barulho enquanto a Câmara repousa nesta crônica de Caio Brandão.

CAIO BRANDÃO
9 de set.


65 anos da Legalidade: no menino estava o homem
Antes de liderar a resistência em 1961, o menino de Carazinho lutou para aprender a ler. Um resgate histórico da formação de Leonel Brizola no dialeticos.com.

Hatsuo Fukuda
25 de ago.
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