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Trilogia Caio Brandão (I): O cinismo e o voto nas eleições
Caio Brandão, jornalista por vocação, acompanha os acontecimentos de nossa terra com o olhar aguçado de quem conhece intimamente os atores e os cenários. A política, esse território historicamente minado, ganha em suas linhas um tom afetuoso e perspicaz, o que torna suas crônicas especialmente saborosas.

CAIO BRANDÃO
5 de jul.


Retratos do poder no traço de Ademir Paixão
O destaque para a marcha histórica do clã Arns e o aperto de mãos dos publishers da Gazeta do Povo no traço de Ademir Paixão. Conheça as caricaturas de René Dotti, Roberto Requião e Abdo Kudry.

ADEMIR PAIXÃO
2 de jul.


Toni Reis e David Harrad: O amor que nasceu no metrô e mudou a nossa história
Do flerte audacioso no metrô de Londres a uma história de amor e pioneirismo que desafiou preconceitos e ajudou a redesenhar os direitos civis no Brasil.

TONI REIS
26 de jun.


O GENERAL, O JORNALISTA E A CAIXA DE PANDORA
Testemunha ocular da história: Caio Brandão revela um episódio inédito dos bastidores do regime militar envolvendo o jornalista Carlos Castello Branco e um general do Exército. Um relato fascinante sobre censura, poder e resistência.

CAIO BRANDÃO
21 de jun.


REQUIÃO FILHO, SÉRGIO MORO, RAFAEL GRECA, SANDRO ALEX. A CORRIDA ESTÁ COMEÇANDO.
O mestre José Augusto Melin, do Colégio Estadual do Paraná, quando irritado pelo comportamento de alunos, ou dos atletas de voleibol que ele construiu, usava um termo peculiar, e irritado dirigia-se ao partícipe dizendo: “isto é um merdel!”.
OGIER BUCHI
12 de jun.


“As putas no poder, já que os seus filhos lá estão”
No curso da confusão, Lady Ramona, cafetina de larga experiência na oferta de satisfação no trato de demandas viris, mantém o seu recanto organizado e sem problemas. Lá não tem discurso. As pessoas se divertem, mas falam baixo. Ninguém desafia a Lady. Ela não usa droga, fala com fluência dois idiomas e não ingere bebida alcoólica. Telefone celular, no local, nem pensar, é proibido. Não existe conta corrente nem desconto. O dinheiro corre em espécie e o fiado morreu de esperar

CAIO BRANDÃO
11 de jun.


Waldemar Reikdal: quando a voz comunista do chão de fábrica ecoa na Constituição
Waldemar Reikdal foi militante histórico, dirigente e o primeiro presidente estadual do Partido Comunista do Brasil no Paraná, assumindo essa responsabilidade já em 1930, no momento mais duro da repressão política no país. Ser comunista, naquele período, significava viver sob vigilância constante, enfrentar perseguições sistemáticas, prisões arbitrárias, isolamento social e risco permanente à própria vida.

PAULO PEDRON
5 de jun.


VALDEMAR COSTA NETO, PRESIDENTE DO PL, APRENDE UMA LIÇÃO: EX-MULHER É PARA SEMPRE
Maria Christina Mendes Caldeira, ex-mulher de Valdemar Costa Neto, dono do PL, falou na CPI e o país se matou de rir. Melhor do que a Escolinha do Professor Raimundo. Senador Sérgio Moro, candidato a governador do Paraná pelo PL, viu o vídeo? Cuidado com as más companhias, senador.
PÉROLAS DO BANANAL
4 de jun.


LUIZ FERNANDO FEDEGER IMPACTOU A BOCA MALDITA. VIROU LENDA CURITIBANA
As vítimas da irreverência do Publisher amontoaram processos judiciais contra ele: foram pelo menos cinquenta, com os argumentos habituais contra a imprensa livre e independente. Pouco importa. Luiz Fernando Fedeger prosseguiu. Não seriam meras ações judiciais que o privariam da diversão de redigir manchetes chamativas e bem-humoradas no jornal, que seriam festejadas às gargalhadas no Café da Boca.

Hatsuo Fukuda
3 de jun.


Candidato blended, se surgir, ganha a eleição no Paraná
Enfim, ganhará a eleição o candidato blended: silencioso como Moro, audaz como Maurício, alegre e gentil como Greca, enrustido como Sandro, resiliente como o Roberto Requião e ardiloso como Tony Garcia. Quem se der conta disso e aplicar a fórmula com delicadeza e maestria ganhará a eleição para governador do meu amado Paraná.

CAIO BRANDÃO
1 de jun.
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