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MARIA BETHÂNIA ENCONTRA CLARICE LISPECTOR. A FAÍSCA INCENDIOU A PRADARIA.
Clarice Lispector, a maior escritora brasileira de todos os tempos, retratada por Giorgio de Chirico. MARIA BETHÂNIA ENCONTRA CLARICE LISPECTOR. A FAÍSCA INCENDIOU A PRADARIA. Hatsuo Fukuda Clarice Lispector, a maior escritora brasileira de todos os tempos – não há paralelo na literatura brasileira – só comparável a James Joyce, Kafka e Virgínia Wolf -, foi assistir o espetáculo musical Rosa dos Ventos, de Maria Bethânia. Bethânia, já uma estrela da música popular, mas ainda

CLARICE LISPECTOR
7 de jun.


NORMA CECI ENCONTRA JOÃO GILBERTO: A ONDA QUE SE ERGUEU NO MAR
Na minha mente vieram lembranças de João Gilberto. O músico revolucionário de Chega de Saudade. Pensei no João Gilberto que adorava música popular, como eu, e que gravara um disco no México, com boleros como Besame Mucho, de Consuelo Velazquez, e Farolito, de Agustin Lara. Ele, como eu, não tinha medo de ser chamado de brega. Amor é brega, é um bolero desenfreado. Mas para ele, tudo era música. Pensei em cantar para ele.

NORMA CECI
26 de mai.


OS DEMÔNIOS DA GAROA CONHECEM NORMA CECI
Começamos a tocar naquele suntuoso salão lotado: mulheres de vestidos longos e jóias, sapatos de salto alto, maquiadas e vestidas para matar, comme il faut, homens em trajes sociais, terno e gravata, gente chique e animada.

NORMA CECI
15 de mai.


NORMA CECI CANTA NO FASCINAÇÃO
Norma Ceci, a conhecida cantora curitibana, que percorreu todo o circuito de bares e casas dançantes da cidade, é a nova colaboradora do Dialeticos. Quando Norma Ceci entra no palco, a festa é de arromba. Preparem seus corações. Lá vem história.
NORMA CECI
6 de mai.


AI AI AI MAURO BARBOSA ESTÁ AMANDO E CURITIBA GANHA UM HINO
A canção Ai Ai Ai reflete a natureza gentil de Mauro Barbosa: nela, a dor de amor se transforma em uma declaração de amor à mulher amada e ao mundo em que vivemos. A canção, apesar de melancólica, nos deixa de alto astral. Transformou-se em um hino de amor a Curitiba. O cárcere de Dalton Trevisan para Mauro Barbosa é um lar amável. E o amor não se perdeu (jamais), continua vivo na memória e no coração.

Hatsuo Fukuda
14 de abr.


ARNALDO ANTUNES
1 de jan.


ROBERTO CARLOS VOLTA A CURITIBA
Caetano e Gil seguiram para o exílio. Em Londres, um dia, bateram na porta. Era Roberto Carlos, o maior símbolo da juventude alienada, que não se interessava por política, e era indiferente à luta contra a ditadura. Ele se sentou e cantou “As curvas da estrada de Santos”, o que fez Caetano chorar como um bezerro desmamado. De volta, Roberto Carlos compôs uma canção em homenagem a Caetano, que dizia: "debaixo dos caracóis de seus cabelos, um soluço e a vontade de ficar mais um

Hatsuo Fukuda
29 de nov. de 2025


ELIS REGINA, A FILHA DE UMA LAVADEIRA, SE APRESENTA NO FESTIVAL DE MONTREUX E QUASE DESMAIA
Elis Regina se apresenta no Festival de Montreux em 1979. Ela quase desaba, lembrando que ela era apenas a filha de uma lavadeira e pensando em Ella Fitzgerald, que havia se apresentado no mesmo palco, dois dias antes. Hermeto Pascoal ensina Elis como cantar. O resultado: um dos grandes momentos da música popular brasileira

Hatsuo Fukuda
20 de nov. de 2025


Uma história de amor em Ribeirão Claro: Ivone e Luiz Carlos passeiam ao luar, cercados por um cafezal em flor
Luiz Carlos Paraná caminhava com a namorada Ivone, numa noite de luar, a estrada cercada por cafezais em flor, em Ribeirão Claro. Foi a lua, foi o perfume das flores, foram os beijos trocados com a namorada? O resultado foi Cafezal em Flor, um clássico da música popular.

Hatsuo Fukuda
20 de out. de 2025


TRILHA SONORA PARA UMA DESPEDIDA
Chorem, masoquistas, pelos amores perdidos. Mas chorem ouvindo música. Cenas de uma despedida, narrativa de Melissa Zampronio, e sua trilha sonora: Cole Porter, na voz de Caetano, Laura Pergolizzi, Eydie Gormé e Los Panchos, Cole Porter com Ella Fitzgerald.

Hatsuo Fukuda
16 de out. de 2025
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