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Como Usar IA Sem Perder a Reputação Acadêmica
Como usar a IA sem perder a reputação? Em ensaio satírico para o Dialéticos, Luís Carlos Eiras expõe as contradições do intelectual moderno frente aos modelos de linguagem. Entre prompts prolixos e indignações calculadas, o autor revela as lições para terceirizar a produção acadêmica mantendo o prestígio intocado.

LUIS CARLOS EIRAS
12 de ago.


Luiz Bacellar: Crônicas de Manaus(I)
Nos anos 1950, no bairro dos Tocos (hoje Aparecida), em Manaus, o poeta Luiz Bacellar sentava-se na calçada para ler Os Lusíadas debaixo de uma frondosa mangueira. Entre futebol e mangas maduras, explicava aos moleques que o "forte capitão" citado por Camões não era o time do Vasco, mas o próprio navegador.

JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE
11 de ago.


O ano que o meu pai casou com a minha mulher
Crônica, reportagem, memória ou ficção? Tito Guimarães Filho recusa os limites literários em um relato sobre cárcere, ditadura e a insólita história do ano em que seu pai casou com a sua mulher.

TITO GUIMARÃES FILHO
10 de ago.


O Encontro III: Me retiraram de mim, quem sobrou?
No desfecho da aclamada trilogia O Encontro, Caio Brandão enfrenta o confronto definitivo com o passado e com os labirintos de sua própria identidade. Uma confidência visceral e de rara coragem que desata os nós mais profundos da memória. Publicado simultaneamente com o jornal Diário de Minas.

CAIO BRANDÃO
9 de ago.


Reflexões de uma Parker 51 na Rua XV
Passo na Casa das Canetas, na Rua XV, e uma Parker 51 na vitrine me faz mergulhar em um duplo anacronismo. Em tempos de telas, caligrafia virou peça de museu. Mas o verdadeiro anacronismo moderno não é o da escrita manual ou da caneta-tinteiro. O maior anacronismo do nosso século é o do pensar.

Hatsuo Fukuda
8 de ago.


Maura Lopes Cançado e Hospício é Deus: Provocação ou Confissão de Caio Brandão?
No Dialéticos, uma provocação literária abre o debate sobre Maura Lopes Cançado e o relançamento de Hospício é Deus. Ao afirmar ser filho da escritora, Caio Brandão lança uma dúvida inquietante: estamos diante de uma confissão ou de um jogo entre ficção e realidade? Uma reflexão sobre vida, literatura e o silêncio que insiste em ser quebrado.

Hatsuo Fukuda
7 de ago.


O chileno, a húngara, eu e o tempo
O chileno, a húngara, eu e o tempo | Em artigo inédito para o dialeticos.com, João Capiberibe resgata memórias marcantes do exílio no Chile em 1973 e revela um reencontro surpreendente anos depois. Uma reflexão profunda que conecta história, política e o debate atual sobre o petróleo na Foz do Amazonas e o futuro da biodiversidade. Leia no site! 📖👇

JOÃO CAPIBERIBE
6 de ago.


ABAIXO AS PERGUNTINHAS
Quantas vezes por dia respondemos “Tudo bem” sem que esteja nada bem? Arthur Virmond de Lacerda Neto critica o hábito moderno das “perguntinhas” automáticas que fingem empatia e invadem a intimidade. Uma reflexão afiada sobre o verdadeiro papel da polidez no cotidiano.

Arthur Virmond de Lacerda Neto
5 de ago.


O Agente Secreto de Si Mesmo na Literatura: de Poe a Piglia, Benjamin, Borges, Cortázar e Perec
Construir a si mesmo ou decifrar-se na multidão? Em seu ensaio de estreia no dialeticos.com, o escritor Luís Carlos Eiras investiga a figura do “Agente Secreto de Si Mesmo” na literatura moderna. Uma jornada instigante pelas obras de Poe, Benjamin, Piglia, Borges, Cortázar e Perec sobre o mistério da identidade e da metrópole.

LUIS CARLOS EIRAS
4 de ago.


O Dia em que Arnold foi Roberto Drummond
Bastidores das redações mineiras, envolvendo o jornalista Arnold Evangelista e o escritor Roberto Drummond. Um enredo magnético de sedução, malandragem e melancolia de bastidor que evoca as astúcias de Pedro Malasartes e a alma de Cyrano de Bergerac. Leia a crônica inédita de Tito Guimarães Filho e Caio Brandão.

TITO GUIMARÃES FILHO
3 de ago.
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