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A Velha e a Nova Gazeta do Povo (2/3): Guilherme Cunha Pereira e a onda no mar
Entre as canções de Lulu Santos na cantina das Arcadas e o rigor solitário de Caminho: a formação de Guilherme Cunha Pereira e o início da sua revolução na Gazeta do Povo. A arte de vanguarda no Caderno G e a coragem que expôs os porões do poder paranaense.

Hatsuo Fukuda
3 de out.


“O analfabeto político”, o poema brasileiro do Brecht
Descubra a verdadeira origem de “O Analfabeto Político”, famoso poema falsamente atribuído a Bertolt Brecht que nasceu nas páginas do jornal O Pasquim em 1987.

LUIS CARLOS EIRAS
2 de out.


O LEÃO, A RAPOSA E A URNA
Somos ferozes com o pequeno poder que conseguimos enxergar e dóceis diante daquele que realmente determina a nossa vida. Um ensaio afiado de Caio Brandão sobre a psicologia do voto, os feudos familiares e o amargo despertar da democracia nas urnas.

CAIO BRANDÃO
1 de out.


A PROVA DOS NOVE
"Vocês dizem que quem manda no país são os militares. Pois eu fui picador de lenha e engraxava as botas do Tenente Candal da Fonseca quando piazote lá no Rio Grande do Sul.» Uma crónica sobre memórias carcerárias, solidariedade e ironia no Presídio do Ahú.
VITORIO SOROTIUK
30 de set.


O Fotógrafo, um poema de Manoel de Barros
«Difícil fotografar o silêncio. Entretanto tentei.» Leia na íntegra o poema O fotógrafo, de Manoel de Barros, presente no livro Ensaios Fotográficos.

MANOEL DE BARROS
29 de set.


No BAR ANGA com Machado de Assis
Machado de Assis visita o Bar Anga para beber vinho de Santa Felicidade com Marinho Bastos, falar de ausência, literatura e o enigma de Capitu. Leia a crônica.

MARIO LUIZ BASTOS
28 de set.


4 16 45, na Rua Caldas, 71
Afinal, o telefone não deu samba, a rua Caldas ficou na saudade, a banda desafinou, os circunstantes fizeram o seu papel e tudo se esmaeceu levado pela névoa que dissolve o tempo

CAIO BRANDÃO
27 de set.


A Velha e a Nova Gazeta do Povo (1/3): Francisco Cunha Pereira Filho e o Império
De jornal quebrado na Praça Carlos Gomes ao maior conglomerado de comunicação do Paraná. Como Francisco Cunha Pereira Filho construiu um império editorial paternalista, senhorial e em permanente simbiose com o poder paranaense. Parte 1 da trilogia.

Hatsuo Fukuda
26 de set.


Como escrever artigos científicos falsos
Edgar Allan Poe descobriu a receita em 1838: escolha um tema absurdo, cubra-o de erudição, salpique termos técnicos e confie na credulidade do leitor. De Sokal aos geradores de IA, a história de como a embalagem derrotou o rigor científico.

LUIS CARLOS EIRAS
25 de set.


FANTASIADO DE BUNDA EM FESTA DE TARADOS
De um dancing modesto em Ipatinga ao cerco implacável de candidatos numa festa junina no sítio do governador, Caio Brandão recorda causos impagáveis sobre a voracidade humana e a arte de escapar do assédio político com fina ironia.

CAIO BRANDÃO
24 de set.
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