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SERVIDÃO VOLUNTÁRIA: IGNORÂNCIA E MALDADE
Por que multidões abdicam da própria liberdade sem coerção física? Em ensaio contundente às vésperas das eleições, Sebastião Gusmão examina a psicologia da dominação, as armadilhas da ignorância e o imperativo moral de não nos condenarmos à servidão.

SEBASTIÃO GUSMÃO
23 de out.


Envelheça, mas não perca o glamour
Dispensou o uísque, resistiu aos exageros e aprendeu a arte de transitar em sociedade com elegância impecável. Caio Brandão traça o perfil de Alcebíades, um homem que sabe a hora de chegar, a de sair e o peso da própria dignidade.

CAIO BRANDÃO
22 de out.


A MÁQUINA DE PEREC
Em 1968, Georges Perec imaginou um computador radiofónico para desmontar poemas. Quase sessenta anos depois, essa experiência conceptual do Oulipo ganha vida como software funcional e grafo ontológico no GitHub.

LUIS CARLOS EIRAS
21 de out.


A Boca Maldita de Julio Covello: a democracia dá os primeiros passos
Entre 1983 e 1989, a Boca Maldita foi palanque, plateia e termómetro da redemocratização. O ensaio reúne o olhar sem filtros de Julio Covello sobre a ágora curitibana.

JULIO COVELLO
20 de out.


APRENDER A MORRER VIVENDO
«Aprender a morrer é aprender a viver bem cada dia.» Na sua estreia no Dialéticos, o médico e ensaísta Sebastião Gusmão reflete sobre finitude, a loteria do nascimento e a arte de deixar o banquete da existência com lucidez e gratidão.

SEBASTIÃO GUSMÃO
19 de out.


OS TRILHOS E O POETA
Uma viagem lírica pelo leito de ferro e pelo mistério das partidas que, de solavanco em solavanco, desemboca na crônica policial e tragicômica da vida como ela é.

CAIO BRANDÃO
18 de out.


Digressões
"Em cada alma o espelho da condição humana, inescapável." Em Digressões, Inês Lacerda Araújo percorre os gestos do cotidiano, os instantes sem retorno e as marcas indeléveis da natureza.

INÊS LACERDA ARAUJO
17 de out.


A caneta do Pelé
Em outubro de 1958, o menino Ewaldo Schleder Filho levou a sua preciosa Parker 51 para conseguir o autógrafo do jovem Pelé no Alto da Glória — e a caneta desapareceu na multidão. Três anos depois, uma surpresa inesquecível no aeroporto.

DANTE MENDONÇA
16 de out.


ATHANÁSIO, MORTO, MAS ERETO NA SALA
Athanásio ocupava o banco do carona, perfeitamente ereto, olhando para a frente com a serenidade de quem já não tinha absolutamente nada a perder.

CAIO BRANDÃO
15 de out.


Crônicas Paulistanas: LOURENÇO DIAFÉRIA, UM HERÓI IMPROVÁVEL
Ao contrapor a coragem visceral de um sargento anônimo à estátua intocável de Duque de Caxias, Lourenço Diaféria escreveu uma das páginas mais marcantes da crônica brasileira — e pagou com a própria liberdade. Leia o texto na íntegra.

LOURENÇO DIAFÉRIA
14 de out.
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