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Trilogia Caio Brandão (II): Entre iates fantasmas e o canto da sereia
"Na política não existem restos a pagar.” Conheça a cartilha invisível que rege as alianças de bastidores, a vaidade dos candidatos e o temperamento volátil das urnas na ótica afiada de Caio Brandão.

CAIO BRANDÃO
6 de jul.


Trilogia Caio Brandão (I): O cinismo e o voto nas eleições
Caio Brandão, jornalista por vocação, acompanha os acontecimentos de nossa terra com o olhar aguçado de quem conhece intimamente os atores e os cenários. A política, esse território historicamente minado, ganha em suas linhas um tom afetuoso e perspicaz, o que torna suas crônicas especialmente saborosas.

CAIO BRANDÃO
5 de jul.


O lado humano do Direito no traço de Ademir Paixão
Longe do estereótipo do burocrata engessado pelo protocolo, o terceiro post da nossa trilogia resgata o acervo do cartunista Ademir Paixão dedicado a advogados e procuradores do Paraná. Uma homenagem bem-humorada e afetiva ao lado humano do Direito.

ADEMIR PAIXÃO
3 de jul.


Retratos do poder no traço de Ademir Paixão
O destaque para a marcha histórica do clã Arns e o aperto de mãos dos publishers da Gazeta do Povo no traço de Ademir Paixão. Conheça as caricaturas de René Dotti, Roberto Requião e Abdo Kudry.

ADEMIR PAIXÃO
2 de jul.


Os artistas de Curitiba no traço de Ademir Paixão
O Dialéticos inicia uma série especial com desenhos de Ademir Paixão. No primeiro post, os registros marcantes da nossa cena literária e musical: de Helena Kolody e Dalton Trevisan à boemia do jazz curitibano.

ADEMIR PAIXÃO
1 de jul.


oliveiras da palestina
A poesia de Marise Manoel, por ela mesma declamada em seu canal do YouTube (Marise Manoel, Poetinha), é um retorno aos tempos imemoriais. É a lembrança de quando, ao redor das fogueiras, ouvíamos o bardo cantar as notícias da vida lá fora.

MARISE MANOEL
29 de jun.


O Sol em Forma de Arco-Íris
Caminho pela Praça Santos Andrade e sou surpreendido por um grupo multicolorido em frente ao Prédio Histórico. Um grande arco-íris adorna a fachada do vetusto edifício da Universidade Federal do Paraná. Ao pé das escadarias, uma multidão também multicolorida se organiza.

Hatsuo Fukuda
28 de jun.


As ampolas do DOPS, os bilhões do VORCARO e a lista negra dos MOTÉIS
Os templos do pecado discreto, os motéis, foram surgindo em Belo Horizonte, edificados na periferia: um na famosa “curva do Xuá”, saída para o Rio de Janeiro, e outros tantos na direção de Brasília e do bairro Olhos D’Água. Era uma novidade que dividia a província: para muitos, parecia pura prostituição; para outros, apenas comércio promissor.

CAIO BRANDÃO
27 de jun.


Toni Reis e David Harrad: O amor que nasceu no metrô e mudou a nossa história
Do flerte audacioso no metrô de Londres a uma história de amor e pioneirismo que desafiou preconceitos e ajudou a redesenhar os direitos civis no Brasil.

TONI REIS
26 de jun.


A Terra é fértil, o clima é próprio - Ricardo Lunardelli por Nilson Monteiro
O Dialéticos publica o primeiro capítulo da obra de Nilson Monteiro sobre Ricardo Lunardelli. Viaje até 1940 e descubra os bastidores da colonização do Norte do Paraná, a relação do pioneiro com o Venerável Padre Albino e as cicatrizes da cruenta Guerra de Porecatu. Leia agora.

NILSON MONTEIRO
24 de jun.
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