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O MASTIGADOR RUMINANTE
Ele é um ruminante, um mastigador de ideias, um pensador angustiado que não dorme e cultiva o bruxismo. No silêncio da madrugada, a mandíbula trabalha em ritmo de oficina mecânica: mói frustrações antigas, mastiga a política do país, o preço do combustível e a inevitável finitude das coisas, rangendo o esmalte numa partitura soturna

CAIO BRANDÃO
há 14 horas


TREVOSOS AGUARDAM, EM ÊXTASE, CARNE FRESCA NO CONGRESSO NACIONAL
As eleições gerais se aproximam e, sob a cúpula côncava do Congresso, os espíritos trevosos esfregam as mãos: uma nova safra de parlamentares está prestes a renovar o banquete da ambição e do poder.

CAIO BRANDÃO
há 5 dias


O LEÃO, A RAPOSA E A URNA
Somos ferozes com o pequeno poder que conseguimos enxergar e dóceis diante daquele que realmente determina a nossa vida. Um ensaio afiado de Caio Brandão sobre a psicologia do voto, os feudos familiares e o amargo despertar da democracia nas urnas.

CAIO BRANDÃO
1 de out.


4 16 45, na Rua Caldas, 71
Afinal, o telefone não deu samba, a rua Caldas ficou na saudade, a banda desafinou, os circunstantes fizeram o seu papel e tudo se esmaeceu levado pela névoa que dissolve o tempo

CAIO BRANDÃO
27 de set.


FANTASIADO DE BUNDA EM FESTA DE TARADOS
De um dancing modesto em Ipatinga ao cerco implacável de candidatos numa festa junina no sítio do governador, Caio Brandão recorda causos impagáveis sobre a voracidade humana e a arte de escapar do assédio político com fina ironia.

CAIO BRANDÃO
24 de set.


O CHUTADOR DE PAREDES, UM CARA NORMAL
Chutar as paredes não era um ato de loucura. Era a sua forma de testar a solidez do mundo. Se as pessoas eram feitas de segredos transparentes e carnes vulneráveis, algo naquela casa precisava resistir.

CAIO BRANDÃO
20 de set.


O meu lugar? Que bom não sabê-lo
Em nova e intimista crônica, Caio Brandão reflete sobre música, livros, política e o alívio de não pertencer a lugar fixo algum. Leia no Dialéticos.

CAIO BRANDÃO
13 de set.


NÃO FAÇA BARULHO, PORQUE OS PARLAMENTARES REPOUSAM
Contratos milionários, agiotagem de luxo e mãos que continuam limpas. Descubra por que ninguém deve fazer barulho enquanto a Câmara repousa nesta crônica de Caio Brandão.

CAIO BRANDÃO
9 de set.


DO BATOM DO AMOR ME ESGUEIRO. COISA TRAIÇOEIRA
Quando um batom do humor promete revelar o que as pessoas sentem, a rotina de Mírocles sai totalmente do controle — até o cachorro entra na dança. Leia a crônica completa no Dialéticos.

CAIO BRANDÃO
5 de set.


NO TERREIRO, DE CAPA, TRIDENTE E COM CHARUTO ACESO NA BOCA
De cirurgias com Zé Arigó a um misterioso ritual de Exu Caveira no interior de Minas. Leia a crônica de memórias e espiritualidade por Caio Brandão.

CAIO BRANDÃO
30 de ago.
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